segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Very Important Question


My answer: YES, of course. With Salt and pepper is even better!

* My kingdom (and eternal gratitute) to who give me this book.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Date a Girl Who Reads

Date a girl who spends her money on books instead of clothes. She has problems with closet space because she has too many books. Date a girl who has a list of books she wants to read, who has had a library card since she was twelve.

Find a girl who reads. You’ll know that she does because she will always have an unread book in her bag.She’s the one lovingly looking over the shelves in the bookstore, the one who quietly cries out when she finds the book she wants. You see the weird chick sniffing the pages of an old book in a second hand book shop? That’s the reader. They can never resist smelling the pages, especially when they are yellow.

She’s the girl reading while waiting in that coffee shop down the street. If you take a peek at her mug, the non-dairy creamer is floating on top because she’s kind of engrossed already. Lost in a world of the author’s making. Sit down. She might give you a glare, as most girls who read do not like to be interrupted. Ask her if she likes the book.

Buy her another cup of coffee.

Let her know what you really think of Murakami. See if she got through the first chapter of Fellowship. Understand that if she says she understood James Joyce’s Ulysses she’s just saying that to sound intelligent. Ask her if she loves Alice or she would like to be Alice.

It’s easy to date a girl who reads. Give her books for her birthday, for Christmas and for anniversaries. Give her the gift of words, in poetry, in song. Give her Neruda, Pound, Sexton, Cummings. Let her know that you understand that words are love. Understand that she knows the difference between books and reality but by god, she’s going to try to make her life a little like her favorite book. It will never be your fault if she does.

She has to give it a shot somehow.

Lie to her. If she understands syntax, she will understand your need to lie. Behind words are other things: motivation, value, nuance, dialogue. It will not be the end of the world.

Fail her. Because a girl who reads knows that failure always leads up to the climax. Because girls who understand that all things will come to end. That you can always write a sequel. That you can begin again and again and still be the hero. That life is meant to have a villain or two.

Why be frightened of everything that you are not? Girls who read understand that people, like characters, develop. Except in the Twilight series.

If you find a girl who reads, keep her close. When you find her up at 2 AM clutching a book to her chest and weeping, make her a cup of tea and hold her. You may lose her for a couple of hours but she will always come back to you. She’ll talk as if the characters in the book are real, because for a while, they always are.

You will propose on a hot air balloon. Or during a rock concert. Or very casually next time she’s sick. Over Skype.

You will smile so hard you will wonder why your heart hasn’t burst and bled out all over your chest yet. You will write the story of your lives, have kids with strange names and even stranger tastes. She will introduce your children to the Cat in the Hat and Aslan, maybe in the same day. You will walk the winters of your old age together and she will recite Keats under her breath while you shake the snow off your boots.

Date a girl who reads because you deserve it. You deserve a girl who can give you the most colorful life imaginable. If you can only give her monotony, and stale hours and half-baked proposals, then you’re better off alone. If you want the world and the worlds beyond it, date a girl who reads.

Or better yet, date a girl who writes.

        - Text by Rosemarie Urquico*
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* I didn't find the original, so i can't really say was written by her.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Weekend advice

Well people, is Thursday, weekend is almost there, and you people will all find something to do (or someone to see). And because of that, I decide to give you people an very useful advice (who is not mine in fact):


And my only comment: LOL

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Aos fanaticos de plantão...



Fonte: Um Sábado Qualquer

Não dá dó de ver Deus sozinho? Oh pessoal, não seja assim tão mau, vá brincar com Deus. ;)

terça-feira, 8 de março de 2011

We Are Equals?


Dame Judi Dench: We’re equals, aren’t we, 007? 

Yet it is 2011 and a man is still likely to earn more money than a woman, even one doing the same job. You have a far better chance of entering political office, or becoming a company director. 

As a man, you are less likely to be judged for promiscuous behavior, which is just as well, frankly. And hardly any chance of falling victim to sexual assault.

And unlike the 30,000 women in the UK who lose their jobs annually due to pregnancy, there will be virtually no risk to your career if you chose to become a parent. Or, became one accidentally.

For someone with such a fondness for women, I wonder if you have ever considered what it might be like to be one. 

The world has changed. But the numbers remain stacked against us.

Women are responsible for 2/3 of the work done worldwide, yet earn only 10% of the total income, and own 1% of the property. It’s not just about money and power. Every year, 70 million girls are deprived of even a basic education.


And a staggering 60 million are sexually assaulted on their way to school.

We’re afraid to walk the streets at night, yet some of us are even more afraid to return to our own homes. At least 1 in 4 are victims of domestic violence.

And every week, two women in the UK are killed by a current or former partner. 

So, are we equals?

Until the answer is yes, we must never stop asking. 

(video from: http://www.weareequals.org/ )

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Retrato da nova Presidente do Brasil

As eleições brasileiras acabaram ontem. E pela primeira vez o brasil vai ter uma presidente. Para que vocês a possam reconhecer quando a verem na rua, cá embaixo vai uma foto recente dela:


E como o governo precisa de ministros, a escolha já começou. Os primeiros "ministráveis" estão aqui embaixo:


E se você não entendeu este post, a única pista que vou dar é esta página.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Porque o Wikimedia Commons deveria ser mais centralizado nos projectos Wikis (e não só)

Quando falamos sobre o Wikimedia Commons para os wikipedistas que não são falantes nativos do inglês, a primeira coisa que eles dizem é que o Wikimedia Commons é um bom projecto mas é muito voltado para os falantes de inglês, portanto eles somente usam-no o mínimo possível. Mesmo as pesquisas neste site, como eu já citei anteriormente, são feitas em inglês, tornando a simples tarefa de encontrar um ficheiro um trabalho extremamente penoso para aqueles que não falam inglês. E, se fizermos a pesquisa em nossa língua nativa (em português ou francês, por exemplo) o resultado será muito menos preciso e relevante do que seria se a pesquisa fosse feita em inglês.

O Verdadeiro problema não é a língua inglesa, afinal é necessário que haja uma linguagem comum a todos os projectos. O problema aqui são as categorias.

Explicando: As categorias no commons são extremamente complicadas de entender para alguém que não está confortável com a língua inglesa. Para além do facto que esta pessoa normalmente adiciona apenas uma categoria (uma das principais formas de localizar um ficheiro) e as vezes nem isto. Deixam este trabalho para os editores que percebem a língua inglesa e estes o fazem de acordo com seu conhecimento desta língua. E, posso afirmar-vos isto, este trabalho consome muito tempo, e na maioria das vezes estes contribuidores preferem tirar algumas fotos, fazer o carregamento destas mesmas fotos, descreve-las ou reverter vandalismos... Eu me pergunto quantos editores confirmados passam menos de metade do seu tempo no Commons somente a editar categorias...

O que eu normalmente faço quando carrego um ficheiro no commons é definir previamente em que categoria ele se pode inserir, analisar as categorias em questão, corrigi-las se necessário e melhorá-las. Tenho um código em javascript que me permite seguir toda a árvore de categoria, este código - chamado SuiviCat.js - foi criado por um francófono, e como consequência não é muito usado nos projectos anglófonos... Eu ainda lembro-me quando requisitei a sua adaptação para o Wikimedia Commons...

Em facto, se nós procurarmos fora deste projecto, isto é, em outros sites de armazenamento de medias (como o Flickr) o sistema de categorias é normalmente substituído por um sistema de etiquetas. Etiquetas (tags) são úteis, rápidas, simples... mas criam desordem, particularmente com os homónimos. Mau caminho... voltemos então ao nosso querido sistema de categorias.

Em facto as categorias, para resolverem o problema definitivamente, teriam que ser 100% multilingue. Mas isso exigiria que os administradores também fossem multilingues. Porque como consequência disto, os vandalismos em Hindi (por exemplo) serão muito mais difícies de detectar... Neste momento esta ideia parece uma utopia, mas ela tem uma grande vantagem: Pode reconciliar o commons com os contribuidores das diferentes Wikipédias, Wikcionários, Wikilivros, Wikinotícias....

Wikimedia Commons deve tornar-se um projecto realmente internacional. As pesquisas devem ser mais úteis para todos. Cada editor de cada Wikipédia deve perceber quais são as categorias e assuntos dos ficheiros... Até porque, normalmente são as categorias que melhor descrevem um ficheiro. Isto porque nem todo mundo chama-se Otourly, que inclui hiperligações para a Wikipedia nas descrições dos ficheiros do Commons. Ainda pior, as vezes a descrição apenas diz o mínimo e quase sempre o mínimo não descreve o ficheiro correctamente.

Mas isso não é um problema decorrente da língua inglesa, devo admitir... Se olharmos por exemplo este ficheiro: Church_of_the_Nativity_of_the_Theotokos_(Gora_Pnevits)_05.jpg somente o título e as categorias são inteligíveis para alguém que tenha alguma noção do inglês, não há nenhum link para a Wikipédia que nos possa ajudar a saber o que é isto exactamente.

Reconciliar a Wikipédia com o Commons é possível. Podemos citar o projecto Monuments historiques como o perfeito exemplo. O que há de melhor do que os próprios franceses tirarem as fotos de seus monumentos, separa-las, geolocaliza-las (ou apenas geolocalizar a categoria) e oferecer isto a todos? É verdade que normalmente estes ficheiros somente estão descritos em francês, mas eles estão perfeitamente categorizados.

Florian Farge (Otourly)
Membro dos projectos Wikimedia e da l'Association française (Wikimedia França)

Originalmente no Otourly's Blog com o título de "Pourquoi Wikimédia Commons devrait être plus au centre des Wikipédias (et pas que)"

domingo, 20 de junho de 2010

Afeganistão - guerra e minérios

Quando, em 2001, os Estados Unidos resolveram criar uma "cruzada contra Osama Bin Laden" (em represália contra os Ataques de 11 de Setembro), por um tempo ninguém questionou os motivos deles - por serem "óbvios".

Mas quando, depois de mais de 9 anos de "procura", os militares americanos ainda não acharam o sujeito (deve ser realmente difícil pesquisar num país que é menor que o estado do Texas), alguns começaram a questionar os verdadeiros motivos para os Estados Unidos estarem ainda no meio do deserto afegão.

Pois bem, essa semana o motivo veio a tona. E se você era um dos pobres iludidos que imaginavam que os Estados Unidos estavam a tentar combater o terrorismo no Médio Oriente, sinto desapontá-lo (quer dizer, na verdade não sinto). Então vamos lá, o motivo é a módica quantia de mais de 1 bilião de dólares! (1 trilhão - se usarmos a nomenclatura do Brasil)

Aí você, que passou a semana vendo a Copa do Mundo e não viu o noticiário (e antes de você se sentir culpado, perceba que o facto de lançarem a notícia no meio da Copa é intencional para diminuir a visibilidade dela), pergunta: 1 bilião de dólares em que? Em petróleo?

Não, meus queridos. Em cobre, lítio, ferro, ouro e cobalto. Aí vocês dizem: O ouro tudo bem, mas porque cargas d'água o cobre, o lítio e o resto valeriam tanto? Simples meus queridos. Abram vossos telemóveis e me digam de que é feito a bateria deles. Se tiverem preguiça eu digo: Lítio! E o Afeganistão tem tanto Lítio quanto a Bolívia - que é o maior produtor deste minério no mundo. Com relação ao cobre, que é um metal com "poucas" aplicações, o Afeganistão tem reservas para se tornar "um dos maiores exportadores mundiais" do minério. Com o ferro passa-se o mesmo. (fonte)

Agora, vocês devem dizer: Béria, isso é teoria da conspiração. Só porque descobriram agora as jazidas, não quer dizer que é por isso que os Estados Unidos estão lá há 10 anos. E vosso argumento tem lógica, e eu concordaria com ele... se não fosse um pequeno detalhe: Quem descobriu as jazidas foram os soviéticos na década de 1980 (não, vocês não leram errado - foram os soviéticos mesmo, e há quase de 30 anos). O problema é que tais descobertas ficaram esquecidas quando da saída destes do Afeganistão, e só "vieram a tona" em 2004 (e de novo, vocês não leram errado, faz 6 anos que os Estados Unidos sabem disso) quando os "cavaleiros-do-bem" estadunidenses resolveram criar um programa de melhoria da economia americana ops, afegã. Foi aí que eles descobriram "acidentalmente" os documentos soviéticos sobre as jazidas de minério.

Não vou dizer que foi tudo dado de mão beijada para os norte-americanos. Não! Eles pelo menos fizeram os estudos para estimar quanto podiam lucrar com isso ops de novo... para determinar o tamanho das jazidas de minério. Ficaram tão felizes com os estudos preliminares (de 2006) que fizeram um detalhado (em 2007). E, em 2009, foram validados pelo Pentágono num terceiro estudo. (fonte)

Só me vem a pulga atrás da orelha por causa das datas. Vocês repararam? "Descobrem" em 2004, estudam em 2006 e 2007, obtêm resultados surpreendentes e só resolvem validar os dados dois anos depois?? E nem tocaram nas jazidas nesse tempo?? Sei! E eu sou o capuchinho vermelho!

Agora, para poder "desenvolver a indústria" os afegãos vão precisar de um governo estável. E quem são os paladinos da paz e da prosperidade que resolveram ajudar a organizar o governo afegão? Quem, quem?? Pois....

Em resumo: Os afegãos tem os minérios, mas duvido que vá ver um único dólar proveniente deles por muito tempo. Isso se o "Bin Laden" não atacar de novo, e os Estados Unidos resolverem que "para manter a paz mundial" precisam anexar o Afeganistão.

É como já diria o ditado: "Quando a esmola é demais...."

terça-feira, 6 de abril de 2010

Academia Wikipédia

(Interrompemos este blog para uma notícia de extrema urgencia...)

Povo meu, a Wikimedia Portugal (também conhecida como WMP) em parceira com a Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (vulgo FEUP), vai realizar, no próximo dia 16 de Abril, das 10h às 18h, a primeira Academia Wikipédia, na EXPONOR.

No programa, entre outros, há o Kul Takanao Wadhwa (da Wikimedia Foundation) falando sobre Os projectos da Fundação; a Clara Boavida (do Creative Commons PT) a falar sobre os Direitos autorais e licenciamento no mundo wiki; o Eduardo Pinheiro e Béria Lima (essa que vos fala escreve) a falar sobre a edição da Wikipédia; o Sérgio Nunes (da FEUP) a falar sobre o uso da API da Wikipédia para investigação, além de mais um monte de gente. O programa completo está aqui.

A melhor parte é que a inscrição é gratuita, grátis, de borla e sem custos, e podem ser feitas nesta página. Faça sua inscrição já agora... a correr.

Que ainda estás a fazer cá? Vai logo se inscrever...